google.com, pub-6894840974388958, DIRECT, f08c47fec0942fa0
Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens

3 de mai. de 2014

13 de mar. de 2014

Impressionando o cliente nos detalhes




Um dos objetivos mais desejados pelas marcas atualmente é ter um pouco da atenção do consumidor para sua marca. Dizemos um pouco pois, segundo estudos, estamos nos deparando com mais de 6.000 marcas TODOS OS DIAS. Se no final da semana, o consumidor lembrar da nossa marca, já será um ótimo início.
Muito além de fórmulas milagrosas, estratégias de marketing e comunicação, a base para ter a atenção do seu consumidor é investir no elemento Surpresa.

Naquele detalhe que vai personalizar sua relação com ele (quem não se lembra das latinhas com nomes que todos buscavam o seu ou de algum amigo para levar pra casa?), que vai transformar qualquer assunto numa grande expectativa (um salve para Steve Jobs neste momento) ou criar algo com a participação do consumidor e que vai emocionar muitos (homenagem surpresa nos cinemas sobre cabelos, lembra?).

Enfim, o foco agora é sair da zona de conforto e do bê-a-bá que sua marca ou seu mercado já faz e ousar. E não acredite que sempre vai dar tudo certo, porque não vai. Mas vai ser na tentativa e erro - e principalmente na transparência em admitir e corrigi-lo, se ele existir - é que pode ser o maior triunfo da sua marca.

Para reforçar a importância deste elemento surpresa, a TrendWatching - empresa especialista em buscar e analisar tendências no mundo - lançou o seu Boletim mensal e a tendência analisada foi o Empathetic Pricing - ou Preço Compreensível (tradução livre). Na definição da própria consultoria: Os consumidores não vão querer mais enfrentar sozinhos os problemas do dia a dia. E vão escolher as marcas que tenham descontos e preços flexíveis para aliviar algumas de suas dores de cabeça. Sai as empresas que praticam desconto sem fim, ou que ficam só no senso de humor. Entram aquelas que ajudam o consumidor a atingir suas metas, na alegria ou na tristeza. Veja alguns exemplos:


O consumidor quer agora, mais do que nunca, uma marca que seja parceira, e que, como num namoro, surpreenda sem avisar, constantemente. Para ele se encantar sempre mais.

---------------------------------
Para conhecer o TrendWatching Bulletin completo, clique aqui. Fotografia tirada do Google Imagens e exemplos tirados do Trendwatching Bulletin.

-------------------------------
Fernanda Nogueira é diretora executiva e consultora estratégica em comunicação multiplataforma na Prosa Interativa e aficcionada em projetos de engajamento de clientes e marcas. Escreve às quintas-feiras no blog Conteúdo Multiplataforma.(fernanda@prosainterativa.com.br)

26 de nov. de 2011

Você é vítima ou culpado nessa nova sociedade digital?

Tenho medo!

Medo da nossa realidade que se dissipa no meio da amplitude midiática.

Onde nem sempre o real sobrepõe o virtual. Onde tentamos mas nunca encontramos a linha que separa o ético na sua total falta de moralidade.

Nesse mundo de duas faces, alguns projetos ultrapassam a cultura imposta pelos meios e se impõem no mercado como verdadeiros ditadores de métodos.

Ninguém se quer pergunta onde se encontrará o limite.

Onde se encontrará a verdadeira preocupação dos sentimentos pessoais que nos seguem desde o nascimento a velhice.

Preocupação, medo, ansiedade, saudades, excessos? Não! 

Nos adaptamos as coerções invisíveis, que nem sempre mostram sua verdadeira face.

Assim como uma onda que nos encaminha para a beira de um penhasco sem fim, assim é a globalização dos meios digitais.

Quisera eu encontrar nos modelos, uma nova forma de moralidade correta. Pois considero que já não encontro mais a forma certa de agir e pensar.

Nesse novo modelo gerado pela espontaneidade dos comportamentos, ninguém pode lhe apontar o dedo e dizer: 

Você errou! Porque somos todos vítimas e culpados. Somos todos compartilhadores de pensamentos reais ou virtuais. 

Quer sejam eles pequenos ou maiores. Quer sejam eles bons ou terrivelmente manipuladores.


14 de set. de 2011

Nada é fácil no ECommerce - Processo de Inovação para Gestão Online

Olá Pessoal

Hoje vou falar sobre um pouco sobre as dificuldades de implementação de melhorias em uma loja virtual, ou seja "my love", ecommerce.

O fato de trabalhar com venda pela internet, não significa que os desafios parem na primeira análise técnica dos processos.

Teoricamente o uso da internet como veiculação de publicidade online e ecommerce é relativamente recente. Isso significa que a tendência é o aprimoramento de métodos de navegabilidade, gestão, atendimento e conceitos da loja, que de certa forma poderão gerar maior conversão caso passem por alguma melhoria técnica .

Como isso é feito?

Todo processo de gerenciamento tende a passar por uma certa "linha de produção" ou seja, um veículo não pode ser montado do início ao fim pela mesma pessoa. Com isso o gestor do produto, projeto ou conceito toma ciência de parte do processo ou setor. Uma empresa é feita de fragmentos que se interligam entre si. 

Um depende do outro e se submete hierárquicamente a execução ou não de melhorias conforme decisão de cada superior ou diretor em cada fragmento.

Quando um diretor toma ciência de apenas parte de um processo de gestão ecommerce, o mesmo tende a se abster de analisar outras deficiências e erros que podem acontecer durante um processo de venda online.

Normalmente as pessoas envolvidas em parte de um processo específico possuem maior conhecimento de seu respectivo setor e com isso desenvolvem uma visão mais resolutiva em parte de um fragmento.

Nesse caso, uma análise técnica que poderia ser simples para implementação, passa a depender de um processo burocrático para execução da inovação necessária.

Como técnica, passamos a utilizar dados estatísticos que possuem uma certa relevância mas não garantem 100% dos resultados esperados. 

Ou seja, nem sempre uma análise técnica pode estar baseada em apenas dados estatísticos, ela precisa estar fundamentada na experiência de cada usuário e conhecimento de todos os processos de gestão de plataforma ecommerce.

Assim como também o conhecimento das limitações das empresas na implementação e custeio de novas formas de trabalho ou otimização de processos.

A análise estará baseada de uma forma imparcial ou seja analisa se apenas o que for realmente passível de melhorias. Caso contrário, apenas sugerir de forma esporádica se torna desnecessário para um gestor, mesmo que tenha algum fundamento no futuro.

Na minha concepção, a linha de raciocínio de análises de processos pode sim estar baseada nas duas técnicas, porém depende dos diretores criarem uma abertura a novas possibilidades de implementação de melhorias. 

Visto que a prática leva automaticamente a novos modelos de gerenciamento de processos mais otimizados, mas para isso é necessário que um processo de inovação esteja dentro da concepção ideológica da empresa. 


A percepção diária é fundamental para o crescimento de qualquer empresa.

E isso precisa ser levado em consideração, mesmo que sejam necessários a criação de setores específicos, investimentos de recursos para pesquisa, abertura para novas possibilidades, percepção e maleabilidade de conversas com outros departamentos e até reuniões para debater possíveis melhorias com funcionários.

7 de set. de 2011

Rede Social ou Rede Individual? Chegamos ao Admirável Mundo Digital

Olá Pessoal,

Hoje meu post é sobre o individualismo que muitas vezes criamos na gestão da informação nas redes sociais.

Não é de mero desconhecimento da sociedade que os dias passam e o acúmulo de informação é cada vez mais extenso durante o dia das pessoas. Mal conseguimos ler emails relevantes, as caixas de spam vivem lotadas, já não temos tempo para verificar o que é realmente importante ou não.

Nesse contexto temos tantos amigos, temos tantos grupos, listas, eventos, reuniões, que mal conseguimos parabenizar um colega antigo, no dia de seu aniversário. A necessidade de gestão organizacional é algo surreal diante de tantas informações que devemos assimilar nesse cotidiano elitizado pela internet. 

Nunca pensamos ter tantos amigos e ao mesmo tempo não ter nenhum. Não culpo a internet, nem muito menos meus "amigos". 

Culpo a sociedade digital que perde tempo em se auto valorizar numa busca desenfreada pelo sucesso e esquece de falar tudo bem para um amigo que não o vê a anos. Culpo a sociedade digital pelo egocentrismo das redes sociais que criam uma falsa impressão de grupo mas ao mesmo tempo esquece que as pessoas são sensíveis, precisam conversar, precisam desabafar.

Perdemos o sentido da valorização humana para entrarmos de cabeça na valorização digital.

Excelente? Até certo ponto. Porque as pessoas ficam cada vez mais presas em seus escritórios, em suas casas, seus laptops, smartphones e esquecemos de conversar olhando nos olhos, abraçar um amigo que está passando por problemas pessoais, apertar a mão de um colega para apoiá-lo em uma decisão. 

Será que estamos nos tornando meros robôs virtuais? 

Pois se for para ter uma vida apenas pela mera ilusão de que alguém se importa conosco, não é melhor o facebook criar amigos virtuais que curtem automaticamente tudo que postamos? Ou que apenas respondem a nossas perguntas por que são programados pelo sistema neural de inteligência computadorizada?

Será que realmente estamos criando um "Admiravel Mundo Novo"?

Se sim, eu prefiro ser um selvagem que viverá para plantar e colher, para comer e desfrutar do brilho da natureza.

4 de set. de 2011

Publicidade Relevante como Influência nos Hábitos de Consumo

Olá Pessoal,


Mês passado eu comprei um celular novo, precisava encontrar um aparelho que eu pudesse entrar na internet em qualquer momento. Diante de tantas opções na vitrine, me recordo procurando um aparelho com um robozinho virtual estampado. Tinham me dito que era excelente além de ter um preço super acessível. Eu só queria o que tivesse o robozinho. 

Naquele momento não me interessaria nenhum outro modelo  mesmo que ele tive uma maçãzinha ou mil maçãzinhas. Eu queria o android. Meu amigo tinha me falado que ele tinha vários aplicativos além de navegar na internet. Era o ápice!

Ao ver na vitrine um modelo com robozinho estampado, falei para o vendedor da loja: - Eu quero este modelo!

Ele me questionou, temos o novo modelo I Phone. Eu retruquei: - Não! Vou levar esse.

Me questionei depois o que me fez tomar decisão tão firme diante de tantas opções. Será que foi só o preço? Não. Eu tinha tido referências de alguém que tinha grande relevância no meu social network.

E quantas vezes nós somos influenciados pelas pessoas ao nosso redor? Quantas vezes uma decisão é tomada pela  importância de indicação amiga?

E porque na verdade temos amigos? Não sou socióloga, antropóloga, nem nada disso. Mas normalmente confio em pessoas que de alguma forma têm alguma semelhança com meus pontos de vista.

Por mais que você tenha muitos conhecidos, você só se mantém próximo de pessoas que tenham objetivos e pontos de vista semelhantes ao seu. Quantas vezes entramos em uma loja e se a vendedora consegue nos mostrar algum ponto de referência conosco essa pessoa passa a ter mais relevância ao nos mostrar as melhores opções.

É isso que a publicidade faz, procura pontos de referência em nossos cotidianos para tentar nos induzir a uma decisão específica.

Nesse contexto vemos comerciais de cerveja, publicidade online, buscas orgânicas por relevãncia ( google ), revistas e social commerce. 

Desta forma ao encontrar um ponto de referência, ponto de contato ou história universal, a publicidade encontra seu caminho para demarcar espaço em nossas vidas.

Criam uma expressão marcante ao ponto de nunca mais esquecermos sua significância em nosso cotidiano.

Tenho certeza que de alguma forma todas as pessoas têm alguma história onde foram influênciadas por algum tipo de publicidade mesmo que essa tenha sido realizada inconscientemente por alguém que faça parte de seu meio social.


28 de ago. de 2011

O fim do facebook ???

Olá Pessoal,


Hoje estava navegando na internet, claro! Não ia ser navegando no mar da capital de São Paulo. E comecei analisar algumas informações importantes da rede social Facebook. Participei hoje do Forum Ecommerc Brasil e não se fala mais em outro assunto a não ser forma de influenciar compra na rede social.

Bem, a questão é que as projeções de uso da internet crescem assustadoramente. Existem estudos que pretendem baratear o acesso a diversos dispositivos móveis para classe C,D e E. 

Fico me questionando: Será que estamos preparados para esse crescimento assustador de acessos na internet?

Do ponto de vista tecnológico, eu acho que não. Vejam a página que eu visualizei hoje ao acessar o facebook:

Minha internet está funcionando perfeitamente. Por qual motivo apareceu essa tela? Imaginem daqui alguns anos onde o número de acessos irá crescer. Será que a estrutura suportará?

Fiquei pensando, será que o Facebook também corre o risco de acabar assim como myspace? Acredito, caros amigos que todas as empresas que não investirem logo em estrutura correrão esse grande risco. Mesmo que essa empresa tenha um nome forte no mercado.

Desse outro lado, criamos uma relação social de navegabilidade com o usuário, que responde com um comportamento de instantaneidade. O usuário não quer esperar. Quer tudo de imediato se mesmo o Facebook não se cuidar, com certeza as pessoas migrarão para outras redes sem pensar duas vezes.

Se não prestar atenção no comportamento e estrutura que o usuário espera, aí sim, teremos decretado o fim do Facebook.

Até mais



2 de ago. de 2011

O futuro das redes socias na gestão de informação

Olá Pessoal,

Tenho observado que os dias se passam cada vez mais rápido e conforme os dias passam, fica cada vez mais difícil prestar atenção nas informações que recebo por email, que consulto pela internet, nos livros que comprei semana passada que nem terminei de ler e nos dvds que peguei emprestado. Me questiono se isso acontece apenas comigo.


Vejo que o controle de informações fica cada vez mais escasso e para quem quer estudar tudo, ler tudo, saber tudo, o tempo passa a ser meu inimigo.

Acesso meu facebook, meu linkedin, meu twitter, meus emails, e reparo que não presto mais atenção na caixa de entrada, simplesmente apago todos que não são importantes. Paralelo a isso e como complemento do meu post anterior surgem os auxílios das segmentações de redes sociais. Ultimamente não sei se considero um auxílio ou um suicídio. Porque já não sobra tempo para controlar a segmentação de tantas redes sociais. 

Um usuário não consegue ter todos os amigos em apenas uma rede, todos os contatos profissionais em uma rede, todas as informações em uma rede, tudo começa a se desfragmentar. Com isso vem o facebook que inova na gestão da informação, traz os apps para compra virtual, apps para contatos profissionais, para empresas, para jogos, para frases e pensamentos e para tudo.

Entrei no Google Plus a duas semanas, mas perdí o gosto.Hoje já não acesso mais o meu orkut, no linkedin uma vez por semana, mas no facebook até o momento eu tenho praticamente tudo. Algumas mudanças poderiam ser feitas na questao de organização de grupos, mas para contatos ele está completo.

Eu tenho conversa por msn, por vídeo, envio de mensagens, compras online, apps de contatos profissionais e o que mais eu precisarei daqui alguns anos?

Talvez eu precise guardar na lembrança que um dia existiu o Orkut, um Google Mais, um Linkedin. Porque todos os apps ficarão organizados em apenas um lugar. Meu canal de vídeos, meu perfil pessoal e profissional, todos os meus contatos segmentados, com gestão da informação também segmentada para não me comprometer na vida profissional, visto que eu sou humana e não quero misturar minha vida pessoal e trabalho... Tudo isso é importante considerar.

Não vejo nenhuma estratégia na gestão da informação das outras redes.

Tudo isso estará no Facebook, basta observar o comportamento em inovação que eles tem seguido. Nessa linha ténue que o Facebook segue, está o futuro das redes sociais.

Até mais

26 de jul. de 2011

Crônica: Amigos ou Vendedores das redes sociais?

Olá Pessoal
Hoje quero falar mais um pouco sobre o comportamento que tenho observado nas redes sociais.

Analiso que todas praticamente seguem pelo mesmo rumo ou destino, visto que todo dia surgem novos segmentos de redes sociais. Sobra criatividade grotesca na mente de alguns idealizadores, falta análise do mercado talvez ou entendimento sobre qual a real finalidade de tantos tipos e segmentos nesse setor. 

São redes sociais para bonitos, para moda, para cultura, para profissionais, para "amigos", para homossexuais, para tudo, mas e eu? 

Onde fico nesse meio tão complexo de opções? Onde está minha identidade que se priva de publicar um texto sobre minha real opinião sobre trabalho hierárquico pois a empresa X e Y estão em processo de análise de meu currículo nos próximos meses?

E onde fica o meu tempo? Onde ficam meus reais amigos?

Outro dia eu ví um colega publicar em sua rede social e pedia para eu clicar em um anúncio falando que a marca era ótima. Será que era verdade? Ou era uma forma de ganhar dinheiro através do meu clique?

Será que ele esqueceu que eu disse semana passada que eu não gostava de cervejas? Ou que eu não bebo? Onde fica minha identidade? Onde fica minha opinião? Será que ela realmente importa para os outros? Ou me torno apenas mais um ser influênciado pela ação e opinião das outras pessoas?

Eu percebí que um clique de anúncio na maior rede social do mundo, pulou de Us$ 0,80 para Us$ 2,80 em menos de um mês, mas eu não sei porquê eu como usuária não sou bonificada por compartilhar sequer minha opinião sobre a marca AB com meus amigos. E que todo o meu conteúdo conforme regulamento do site é de propriedade exclusivamente da rede social.

Me sinto só, me sinto como apenas um número em uma rede de 6 bilhões de pessoas, me sinto como se o mundo inteiro tentasse me influênciar para ganhar com meus contatos, mas que não reconhece a nossa importância como pessoas normais que vivem, crescem e são sensíveis a pelo menos um obrigado por você estar aqui.



16 de jul. de 2011

O desafio de mensurar a influência das redes sociais na vida pessoal

Olá Pessoal


Hoje eu quero falar mais um pouco sobre a influência que as redes sociais trazem no contexto pessoal.


Mesmo que as redes sociais sejam de fator fundamental para a melhora na comunicação entre as pessoas no mundo moderno, essa tecnologia traz diversos desafios para os usuários.


Existem diversos critérios para avaliar o controle de informações que os usuários têm de superar ao fazer suas postagens.

Conheça os 10 desafios:

1) Nem sempre é ético compartilhar informações muito pessoais para contatos profissionais. Neste caso fazem se necessários a criação de redes segmentadas para controle de contatos, fator que já ocorre com a segmentação: linkedin, facebook e twitter.

2) Fica cada vez mais difícil controlar todas as redes sociais que aparecem no mercado, exigindo mais tempo por parte de seus usuários e bastante paciência para controlar tantas informações.

3) Quanto mais tempo passamos na internet mais criamos a necessidade de compartilhamento de opiniões pessoais, isso hora ou outra pode estar em zona sem privacidade e vazar para terceiros não autorizados.

4) A criação de fakes pode confundir a cabeça dos usuários que têm muitos contatos e uma rede mais pessoal se tornar aberta para um contato que não tem a intenção de ser um verdadeiro amigo.

5) Crianças e adolescentes ficam cada vez mais expostas a contatos de pessoas influenciadoras que têm o objetivo de captar informações muito pessoais e mudar os rumos de uma família.

6) Nem sempre toda palavra publicada pode ser interpretada como deveria. Um contato feito de um homem casado com sua colega de trabalho pode ser visto pela esposa com duplo sentido. Isso pode causar o fim ou brigas no relacionamento.

7) Fotos abertas podem ser copiadas e usadas para outros destinos não tão saudáveis por usuários de má índole.

8) Muitas empresas utilizam se das informações publicadas em várias redes sociais para contratar um funcionário. As vezes uma comunidade que o usuário se interesse pode arruinar a possibilidade de conseguir o trabalho.

9) As redes sociais ainda não atendem todas as necessidades de inovação tecnológica necessária dos usuários.


10) A convergência das mídias já é uma atualidade. Muitas redes sociais ainda não se adaptaram a todos os processos ou não possuem explicação claras para os usuários necessitando a contratação de profissionais para desenvolvimento de novas perspectivas de usabilidade.


Em breve um novo post explicando as melhores formas de superar tantos desafios.


7 de jul. de 2011

Qual o destino das redes sociais e algumas reflexões comparativas com clubes de compras

Olá Pessoal

Hoje quero abrir esse post sobre algumas reflexões feitas no percurso de meu trabalho.
Quero comparar aqui uma observação importante, o imenso número de criação de clubes de compras nos últimos anos e como isso tem impactado na vida das pessoas online.

Vejo que cada vez mais cresce o número de pessoas que compram serviços, produtos e principalmente um fator importante, cresce as reclamações.

Nesse bolo, poucas empresas conseguem se destacar ou competir com os grandes tubarões. É fato que a falta de estruturação de alguns aventureiros empreendedores, pode causar frustação aos clientes que se arriscam a comprar de empresas que ainda não possuem uma política de negociação muito objetiva e séria.

Mas o risco da compra não é o foco nesse momento, mas a opções estratégicas que o mercado obrigou se a criar.

Nesse formato foram necessárias a criação de algumas opções de adaptação do trabalho para melhorar a vida dos consumidores. Novas ferramentas foram criadas como exemplo agrupador de ofertas, exemplo save me, que possui segmentação por cidades e tipos de compras. Excelente opção para quem não quer ficar garimpando ofertas no mundo mais complexo que é a web.

Mas nesse contexto se compararmos clubes de compras com redes sociais não estamos muito distantes dos mesmos formatos e ou segmentações.

Vemos um novo comportamento que se repete ao longo desse processo de criação do elo virtual.

Da mesma forma que os clubes de compras crescem a cada dia, as redes sociais crescem a cada dia, com menos velocidade talvez. Mas o formato se repete.

Cada uma com uma segmentação diferente, com um estilo, um conceito mais chamativo para certos públicos em todo o mundo.

Muitos usuários da rede, se vêm obrigados a utilizar mais de uma rede social pois em cada momento da sua vida ele pode necessitar de um perfil diferente. Existem necessidades diferentes em cada ser único.

Ou seja ter uma rede para negócios, uma rede para amigos, uma rede para diversão, outra para cultura entre outras pode com o tempo fazer com que o usuário permita-se decidir por apenas uma opção, caso o mercado não se adapte da mesma forma como os clubes de compras têm se adaptado com o dia a dia.

Isso pode ser filosofia para uns e pode ser o fim para outros caso não tenham feeling necessário para se adaptar as novas tendências do mercado.

Quero deixar uma visão analítica sobre o crescimento das redes sociais atualmente e como se adaptar aos processos no futuro. 

Será que estamos no caminho certo<








1 de jul. de 2011

Reflexões sobre integração de mídia social para empresas

Olá Pessoal

Mais uma vez quero analisar mais um processo da internet a integração da mídia social para empresas.

Em um mundo tão inovador e tão acelerado que vivemos, algumas empresas ainda apresentam uma certa resistência no quesito atitude para criar e para se socializar na rede.

Quando analiso algumas empresas grandes, vejo uma clara e notável resistência da inclusão de mídia social em seus sites.  Fico me questionando qual o motivo e chego a conclusão que falta conhecimento. 

Falta conhecimento do impacto que uma mídia social pode gerar e como usar essa ferramenta corretamente.

E ao invés da empresa investir, contratar profissionais capacitados ou até capacitar seus funcionários para atuarem nesse negócio, a empresa se abstém.

Se abstém de tomar uma uma atitude e agarrar com força total esse novo mercado que está de portas abertas para gerar consolidação da marca, gerar credibilidade e o principal gerar relacionamento.

Acredito que algumas empresas ainda estão perdidas, tentanto achar um espaço para entender o que está acontecendo. 

Mas parece que é como se estivessem com os olhos fechados e não conseguissem enxergar essa nova geração que cria, que impacta, que realiza grandes objetivos e que gera milhões e milhões de novos conceitos, novas formas e novas possibilidades.

As empresas que não conseguem ver, estão esperando o navio afundar e quando estiverem no oceano em puro náufrago ainda se poderão ver os grandes navios passando ao seu redor com tamanha ostentação e tamanho luxo que se sentirão tão sós e tão pequenas que desejarão voltar ao passado.

Algumas empresas precisam investir em inovação, criar possibilidades de relacionamento não só com seus clientes, mas também com seus funcionários para entender os melhores caminhos.

Trilhar novas formas de atendimento, de resolução de problemas, de compartilhamento de informações relevantes, gerenciar novos projetos e realizar testes para ententer qual é a necessidade de meus clientes e funcionários.

Dessa forma, poderão entender como se estabelecer no mercado mutante sem se abter por medo ou receio do novo.

Poderão impactar com possibilidades diversas acreditando que a internet pode ajudar a realizar sonhos  de todos os envolvidos nos processos das empresas.


23 de jun. de 2011

Quem são os responsáveis por erros de comunicação nos processos internos de uma organização

Olá Pessoal
Hoje vamos falar do tema processo de comunicação na Organização. Algo que eu realmente gosto de observar e analisar durante meus contatos com as pessoas e também na minha vida profissional.
Todo o processo de comunicação teoricamente procede da transmissão de uma mensagem por um emissor que se dirige a um receptor através de um meio e um código passível de diversas interpretações.
Vamos explicar o que cada um significa e aplicar as teorias aos processos mais práticos do dia a dia de uma organização.
Emissor: É todo aquele que inicia o processo de comunicação, as pessoas 
Receptor: É toda audiência da mensagem
Mensagem: Toda informação transmitida
Meio: Veículo de transmissão, pode ser Meios de Comunicação de Massa, Internet, Cartas.
Código: É a linguagem em que se transfere a mensagem, para que haja o entendimento da mensagem o código precisa ser conhecido tanto pelo receptor como pelo emissor da mensagem. Exemplo: Língua portuguesa, lingua inglesa, código morse.
Ruído: É tudo que pode atrapalhar o entendimento. Exemplo: barulho, falta de conhecimento do código, etc

Consideremos a seguinte observação: o código é de pleno conhecimento do receptor e do emissor. A mensagem tem uma finalidade única precisa e objetiva compartilhar o conhecimento ao receptor da mesma.

              "Mensagem"
Emissor ---->Meio---->Receptor      --------> A cada contato há um novo processo
               "Código"

Em uma organização, que possui seu organograma hieráquico baseado em uma liderança vertical onde os últimos subordinados não tem acesso a informação plena do último setor ( setor topo ) Imaginemos uma pirâmide com 4 níveis onde o número 4 é a base, número 3 nível acima, número 2 nível acima e número 1, o topo ou presidência para idealizar o processo de comunicação entre os setores.

O atendimento ao cliente faz parte nível 4
A supervisão faz parte do nível 3
Treinamento e Assessoria nível 2
Presidência nível 1

O meio de comunicação é o sistema intranet onde são colocadas informações importantes para realizar as atividades. Porém só quem tem acesso a alimentar as informações é o nível 2 e 1 que são Treinamento e Assessoria e Presidência. Os outros níveis apenas leem o conteúdo para desenvolverem suas atividades, orientações ao clientes entre outros.

Imaginemos agora que houve um lançamento de um produto novo na empresa um cliente entra em contato e pede as dimensões do produto, ao procurar na Intranet o atendimento não localiza a informação, chama a supervisão que também não sabe, a supervisão pede ao treinamento, eles informam que a assessoria deve saber, a supervisão procura a assessoria, a assessoria diz que o presidente da empresa não pegou peça mostruário para deixar de referência e não podem localiza lo nesse momento. O atendimento ao cliente informa ao cliente que não têm a informação. 

Quem é o responsável por não ter a mensagem para informar o cliente<

O atendimento, a supervisão, o treinamento, a assessoria ou o presidente<

Nesse processo há 3 responsáveis, o treinamento, a assessoria e o presidente. Muitos irão questionar mas porque o presidente visto que o treinamento e a assessoria que são responsáveis pela análise das informações. Porque ele também não consegue analisar claramente que para o desenvolvimento de algumas tarefas de linha de frente o atendimento ao cliente também precisa ter acesso a mudanças das informações da intranet. 

Ou seja se o atendimento e a supervisão tivesse acesso ao produto ao site do fabricante ou contato direto com o mesmo eles poderiam ter resolvido a situação de imediato e ainda disponibilizar a informação para outros companheiros que possam receber os mesmos questionamentos que tiveram nesse contato.

Teoricamente houve uma falha dos emissores da mensagem, causando um ruído (falha técnica ) e sinceramente, falta de visão do topo da pirâmide que não conseguem analisar as necessidades internas de cada setor para sua subsistência.

Em breve falaremos mais sobre comunicação e os processos que influenciam em um pleno entendimento da mensagem como fator fundamental para gerar melhores faturamentos.

11 de jun. de 2011

Social Media Revolution 2011 - Geração Y e X

Olá Pessoal
Essa semana foi compartilhado um link sobre Mídia Social que achei fantástico. Apesar de ter participado do Social Media Brasil e ter conhecimento dos números impressionantes de crescimento dessa nova forma de comunicação, considero que este vídeo consegue expressar uma avalanche do crescimento da Internet e do novo comportamento das pessoas na rede. Vejam, vale muito analisar e prestar atenção nessas novo conceito de comunicação.

O vídeo está em inglês, mas caso não entenda, consulte no Youtube versões traduzidas.

18 de mai. de 2011

Como Anunciar em Shopping Virtual ? Loja Virtual ou Shopping Virtual?

Olá Pessoal!

Vamos esclarecer que uma coisa não substitui a outra, visto que loja virtual e shopping virtual são formas de venda on line e que dependendo das estratégias de cada empreendedor podem ser planejadas para que andem juntas.

A loja virtual traz uma por sí só uma grande significância para o lojista, ter uma plataforma de comércio eletrônico bem planejada pode render grande contribuição no faturamento da empresa. É claro que a organização das vendas e gerenciamento dependerá das proporcionalidades de cada segmento. O lojista tem a liberdade de escolher entre várias plataformas disponíveis no mercado que vão desde valores extremamente acessíveis até valores superiores a 70mil reais.

O shopping virtual passa nesse momento por algumas inovações tecnológicas, visto que novos estudos são feitos e os ecommerces passam a ter necessidades diferenciadas.

O shopping virtual como o próprio nome diz é um espaço online onde o consumidor poderá comparar preços, analisar produtos, comparar marcas, lojas e entregas. Nesse espaço ou seja shopping, o consumidor passa a ter uma grande carta na mão que é economizar e ganhar tempo. E de outro lado, o lojista passa a ter uma grande facilidade de divulgação de seus produtos e marca para clientes com potenciais de compra. Haja vista que o shopping irá atender exatamente o que o cliente está a procurar.

Porém, há um questionamento sobre a vantagem para alguns anunciantes menores, pois de um lado temos, valores mais atrativos de grandes anunciantes e de outro lojistas pequenos que não conseguem competir com preço menor, devido a inicial investida no ecommerce e baixo poder de negociação com fornecedores.

Mesmo com esse cenário, ainda é uma vantagem para um pequeno empreendedor investir nesse negócio, já que nem sempre o valor baixo pode ser o fator decisório para alguns clientes. De que forma a pequena empresa pode se diferenciar ? Com um menor prazo de entrega, com alguns adicionais no produto exemplo brindes, melhor atendimento, melhor layout de loja e principalmente com a diferenciação do produto comercializado. Dessa forma ele passa a competir com diferenciação e atrai clientes potenciais para a sua loja virtual.

Toda estratégia de vendas também pode depender do objetivo de posicionamento de marca de cada empresa. Como assim? Muitas vezes, a idéia do lojista é ser conhecido no mercado e tem capital de investimento para arriscar publicar um produto em shopping virtual com maior número de concorrentes. Mesmo que esse anúncio não traga diretamente vendas no início, a sua empresa passa a ser conhecida no mercado online de forma diferenciada. São análises que precisam ser estudadas e colocadas em ação conforme a necessidade de cada pessoa.

Shoppings Virtuais são diferentes de links patrocinados de forma geral pois existe uma espaço exclusivo para divulgação de produtos e preços. Os links patrocinados normalmente aparecem em rede de afiliados ou navegadores de busca. Os shoppings normalmente cobram por CPC ou CPI que é variável conforme o planejamento de cada empresa.

Quero ressaltar algumas empresas que oferecem shopping virtual para anúncios e comparadores de preços.


Das principais apresentadas acima quero ressaltar a Ningo, uma empresa nova no mercado de shopping virtual que possui alguns diferenciais dentro da categoria. Uma grande vantagem para o comprador é a possibilidade de compra em apenas alguns cliques dentro do ambiente único. Normalmente os comparadores de preços apresentam seus anunciantes e o mesmo ao clicar no produto é direcionado a loja anunciante, o que de uma certa forma dificulta a compra entre locais diferentes pois o cliente irá fazer cadastros diferentes em cada loja.
O Ningo, traz ao Brasil a mesma inovação da loja AMAZON, porque permite ao comprador online fazer a compra com apenas um cadastro. Desta forma o cliente compra de vários lojistas ao mesmo tempo, escolhe o melhor preço e finaliza a compra no mesmo ambiente.

Dentre os diferenciais estão design moderno, de fácil leitura e o CPA ou seja custo por ação ou traduzindo CUSTO POR VENDA EFETIVADA. Um Up para quem quer estar no mercado de forma efetiva e justa.

Acredito que é uma excelente oportunidade para buscar novas formas de relacionamento com o cliente e os shoppings virtuais são fundamentais para qualquer estratégia no comércio eletrônico, tanto para o lojista quanto para o comprador.

Em breve publicaremos mais informações sobre o assunto.

Até a próxima!